terça-feira, 12 de agosto de 2008


A idéia de um Museu Aeronáutico data de 1943, quando o então Ministro, Dr. Salgado Filho, determinou sua organização, sendo o trabalho inicial e posteriores tentativas, interrompidos por falta de local disponível.

Atendendo à Exposição de Motivos do Ministro da Aeronáutica, Ten-Brig-do-Ar - Araripe Macedo, o Presidente Emílio Garrastazu Médici, cria o Núcleo do Museu Aeroespacial em 31 de julho de 1973, através do Decreto nº 72.552. Em janeiro de 1974, iniciam-se os trabalhos de restauração do prédio e hangares (antiga "Divisão de Instrução de Vôo" da Escola de Aeronáutica), simultaneamente à coleta de acervo, restauração de aviões, motores, armas e outras peças de valor histórico.

O Museu Aeroespacial foi inaugurado em 18 de outubro de 1976.

A importância dessa criação deve-se à necessidade de preservação e divulgação do material aeronáutico e documentos históricos para as futuras gerações.

Situado no Campo dos Afonsos, "Berço da Aviação Militar", atualmente o Museu Aeroespacial integra o Campus da Universidade da Força Aérea - UNIFA e está subordinado administrativamente ao Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica - INCAER, desde 1986.

Evento



quinta-feira, 3 de julho de 2008

Hercules



Velocidade Máxima 610 km/h

Autonomia 4.700 km

Peso (vazio/máximo) 26.900/56.300 kg

Comprimento 29,80 m

Envergadura 40,40 m

Altura 11,60 m


Armamento: ---
Motor: 4 x Allison T56-A-1A
Países operadores: Africa do Sul, Arábia Saudita, Argelia, Argentina, Australia, Austria, Bangladesh, Belgica, Bolivia, Brasil, Camarões, Canada, Chade, Chile, Colômbia, Congo, Coréia do Sul, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes Unidos, Equador, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Gabão, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Honduras, Indonesia, Irã, Israel, Itália, Japão, Jordânia, Libia, Malasia, México, Marrocos, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Paquistão, Peru, Portugal, Romênia, Singapura, Sri Lanka, Sudão, Suécia, Taiwan, Tailândia, Tunisia, Turquia, Uruguai, Venezuela, Yemen.


História
O primeiro protótipo do Lockheed C-130 Hercules voou em agosto de 1954, em Burbank, na Califórnia. Existem mais de 40 variantes construídas e mais de cinqüenta outras produzidas por conversões.
As conversões do C-130B (primeiro modelo de série) incluem vários subtipos para reconhecimento meteorológico (WC-130), para recuperação de satélites (JC-130), para testes (NC-130), para transporte de autoridades (VC-130) e para pesquisas STOL. Em 1963 fez-se uma prolongada série de testes no porta-aviões USS Forrestal, onde foram executados dezessete pousos e subseqüentes decolagens com pesos altos, convés molhado e o navio arfando, utilizando um aparelho KC-130F. Essa foi a maior aeronave que já operou em um navio. No início da Guerra do Vietnã, os Hercules desempenharam funções importantes na infiltração e retirada de equipes das Forças Especiais em território adversário, bem como em operações de guerra psicológica e reconhecimento aéreo. Essas missões especiais, conhecidas como Combat Talon, deixaram claro a necessidade da conversão de outros aviões para permitir o surgimento de novos equipamentos especializados. Quatro transportes C-130E (C-130B com tanques de combustível sob as asas) foram convertidos, recebendo inicialmente a designação HC-130E, seguida por C-130E-I Skyhook e, oficialmente, C-130E(CT). Mais tarde esses aparelhos foram batizados MC-130E.

As últimas versões especializadas são as variantes EC-130, usadas em missões de comunicações e vigilância eletrônica. Em serviço na USN, as aeronaves de sistemas de comunicações estratégicas EC-130Q TACAMO atuam na ligação entre as autoridades do comando nacional e submarinos nucleares que navegam no mundo inteiro. A mais nova versão desse popular avião de transporte, com mais de 45 anos, é a C-130J/J-30 significando um uso extensivo de tecnologia de ponta e a configuração de seis pás (em forma de "concha") dos rotores, melhorando a performance e diminuindo os custos (a economia é estimada em até 45%, dependendo do cenário). A tecnologia digital empregada no C-130J/J-30 permite o lançamento de cargas por instrumentos, sem nenhum outro apoio de marcadores. Quando o sistema de mapeamento de terreno do radar APN-241 operar unido ao INS/GPS e outros mapas digitais, todas as versões do novo Hercules poderão lançar cargas em qualquer condição climática, de dia ou de noite.